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Fortaleza

Fortaleza é um município brasileiro, capital do estado do Ceará, situado na região Nordeste do país. Distante 2 285 km de Brasília, capital federal, a cidade desenvolveu-se às margens do riacho Pajeú, e seu nome é uma alusão ao Forte Schoonenborch, o qual deu origem ao município, construído pelos holandeses durante sua segunda permanência no local, entre 1649 e 1654. O lema de Fortaleza, presente em seu brasão, é a palavra em latim Fortitudine, que, em português, significa “força, valor, coragem”.

Está localizada no litoral Atlântico, a uma altitude média de dezesseis metros, com 34 km de praias. Fortaleza possui 313,140 km² de área e 2 627 482 habitantes estimados em 2017, além da maior densidade demográficaentre as capitais do país, com 8 390,76 hab/km².

É a maior cidade do Ceará em população e a quinta do Brasil. A Região Metropolitana de Fortaleza é a sexta mais populosa do Brasil e a primeira do Norte e Nordeste, com 4 051 744 habitantes em 2017. É a cidade nordestina com a maior área de influência regional e possui a terceira maior rede urbana do Brasil em população, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

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Fortaleza foi em 2014 a décima segunda cidade mais rica do país em PIB e a mais rica do Nordeste, com 56 bilhões de reais. Possui, ainda, a terceira região metropolitana mais rica das regiões Norte e Nordeste. É importante centro industrial e comercial do Brasil, com o oitavo maior poder de compra municipal da nação.

No turismo, a cidade alcançou as marcas de segundo destino mais desejado do Brasil e quarta cidade brasileira que mais recebe turistas de acordo com o Ministério do Turismo. É sede do Banco do Nordeste, da Transnordestina Logística e do DNOCS. A BR-116, a mais importante rodovia do país, começa em Fortaleza. O município faz parte do Mercado Comum de Cidades do Mercosul. É a capital brasileira mais próxima da Europa, a 5 608 km de Lisboa, em Portugal.

 

HISTÓRIA DE FORTALEZA

Primórdios

Aproximadamente até o ano 1 000, a região era dominada pelos índios tapuias. Nessa época, tais índios foram expulsos para o interior do continente pelos índios tupis procedentes da Amazônia. É de origem tupi o povo indígena mais característico do território litorâneo que hoje é Fortaleza, o potyguara, retratado pelos romances indianistas de cearenses.

Séculos XVI, XVII e XVIII

Existem teorias que defendem que antes das explorações do Império Português, houve duas passagens de Espanhóis pelo litoral da atual Fortaleza.

O início da ocupação do território que viria a ser Fortaleza se deu entre os anos de 1597 e 1598. Nesse período, um ramo da etnia potyguara que habitava a região ao redor do Forte dos Reis Magos migrou e se estabeleceu na região entre as margens do rio Cocó e rio Ceará, tendo ao fundo as serras da Aratanha e de Maranguape.

A partir de 1603, os portugueses iniciaram as tentativas de conquista e colonização do local. Pero Coelho de Sousa aportou na foz do rio Ceará e, às margens, ergueu o Fortim de São Tiago, batizando o povoado que lá se formou de Nova Lisboa e a área de Nova Lusitânia.

Porém, em decorrência da seca de 1605-1607 e da resistência indígena, a primeira tentativa lusitana de conquista do então Siará Grande resultou em fracasso. Outro português, Martim Soares Moreno, chegou em 1613, recuperando e ampliando o Fortim de São Tiago e rebatizando-o como Fortim de São Sebastião.

No ano de 1631, holandeses tentaram tomar o Forte de São Sebastião, mas essa ação, conjunta com os índios potyguara, não foi bem sucedida. Em 1637, houve a tomada holandesa do forte, outro trabalho conjunto com o grupo indígena. Em 1644, o Forte São Sebastião foi destruído por nativos em rebelião. Os holandeses foram mortos ou expulsos.

Em 1649, deu-se o segundo período de domínio holandês. Com uma nova expedição, antes negociada com os indígenas, foi construído, no monte Marajaitiba, às margens do riacho Pajeú, o Forte Schoonenborch, considerado o marco inicial do desenvolvimento de Fortaleza e da sua história, cujo responsável foi o comandante holandês Matias Beck.

Em 1654, com a retirada dos batavos, novamente expulsos pelos lusos, a construção foi rebatizada de Forte de Nossa Senhora da Assunção. À época, Fortaleza era modesta economicamente, mantida pela pecuária e charque, atividade que, no final do século, levou ao desbravamento dos sertões cearenses.

Em 1799, a Capitania do Ceará foi desmembrada da Capitania de Pernambuco e Fortaleza foi escolhida capital. No ano seguinte ao da Independência do Brasil, Dom Pedro I transformou a vila em cidade de Fortaleza de Nova Bragança.

Século XIX – Período Joanino & Imperial Bragantino (Monarquia dos Bragança)

No século XIX, Fortaleza angariou a liderança urbana no Ceará, ultrapassando Aquiraz e Aracati. Ao final do período, era um dos oito principais centros urbanos do país, fortalecida pela cultura do algodão, que, no fausto, foi o principal elemento de elevação econômica do município, explorado para atender as fábricas da Revolução Industrial.

Como cidade prioritária em investimentos do governo da província e com a vinda de sertanejos do interior, em fuga das constantes secas, a cidade cresceu rapidamente, dotando-se de crescente infraestrutura e passando a assimilar valores, costumes e padrões sociais e estéticos alinhados aos das grandes metrópoles ocidentais.

Com a transformação da cidade em centro regional de exportação e com o aumento das navegações diretas à Europa, foi construída, em 1812, a Alfândega de Fortaleza. Silva Paulet desempenhou importante papel na evolução estrutural da cidade, erguendo obras como a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, em 1812, no local do que restou do Forte de Nossa Senhora da Assunção, e o Passeio Público, em 1820, além de ter sido o autor do primeiro plano urbanístico da cidade, de 1812

Especialmente na segunda metade do século, em decorrência da fértil era do algodão, a cidade foi tomada por um grande período de desenvolvimento urbano e construção de equipamentos marcantes, tais como o Liceu do Ceará e o Farol do Mucuripe em 1845, Santa Casa de Misericórdia em 1861, Seminário da Prainha em 1864, sistema de abastecimento de água em 1866, Biblioteca Pública em 1867, a Cadeia Pública em 1870, além da Rede de Viação Cearense, do Porto de Fortaleza na Ponte Metálica, de fábricas têxteis, centros intelectuais e veículos de comunicação, por exemplo. O período foi marcado como a belle époque de Fortaleza, representando um tempo de consagração econômica que se refletia em áreas como arquitetura, cultura e produção intelectual.

 

Nas décadas de 1870 e 1880, surgiram e se fortaleceram o Movimento Abolicionista Cearense e os ideais republicanos que culminaram na libertação dos escravos no Ceará, em 25 de março de 1884, quatro anos antes da Lei Áurea. O principal evento da causa abolicionista cearense ocorrido na capital foi o levante popular, entre os dias 27 e 31 de janeiro de 1881, protagonizado pelos jangadeiros liderados por Dragão do Mar, que findou o tráfico de escravos na capital, alimentando o ímpeto libertário estadual e nacional.

Século XX.

No século XX, continuou-se em Fortaleza o crescimento populacional e estrutural vertiginosos. Já no final da década veio a Proclamação da República e a oligarquia de Nogueira Acioly. 

Em 1911, iniciaram-se as obras do primeiro sistema de esgoto da capital, que começou a funcionar em 1927. Já em 1913, deu-se o uso de luz e bondes elétricos na cidade. Em 1912, estourou a maior revolta popular de Fortaleza, quando setores populares e opositores movimentaram-se pela retirada do Clã Accioly do poder. A população pegou em armas e, após dias de guerra, Nogueira Accioly renunciou em 24 de janeiro. Assumiu em seu lugar o apoiado pelo povo, Franco Rabelo, que, em 1914, foi deposto pelos revoltos da Sedição de Juazeiro.

Em 1936, o povo da capital escolheu seu primeiro representante municipal, Raimundo de Alencar Araripe. Entre 1943 e 1945, a Segunda Guerra Mundial entrou no contexto de Fortaleza, que sediou o Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia e duas bases das Forças Armadas dos Estados Unidos. Em 1954, foi criada a primeira universidade na cidade, a Universidade Federal do Ceará, então denominada Universidade do Ceará, e inaugurado o Porto do Mucuripe.

Nas décadas de 1950 e 1960, regiões mais distantes do Centro passaram a ser massivamente ocupadas. Bairros como Jacarecanga deram lugar ao Meireles e à Aldeota. Em 1963, teve-se a construção da Avenida Beira Mar. Nesse período, a faixa litorânea da cidade começou a se fortalecer enquanto importante espaço para a exploração turística. Bairros como o Praia de Iracema, dotados de grande infraestrutura cultural, tornaram-se redutos da boemia.

Ao final dos anos 1970, Fortaleza começou a despontar como um dos maiores polos industriais do Nordeste com a implantação do Distrito Industrial de Fortaleza e a movimentação na zona portuária do Mucuripe, com suas indústrias de pesca, moinhos de trigo, fábricas de asfalto e áreas de refino de petróleo. O período do Regime militar no Brasil coincidiu com o de crescimento célere e desordenado da cidade que, em 1973, tornou-se centro de uma metrópole.

No final do século XX, a cidade teve diversas mudanças estruturais, com a abertura de grandes vias, significativo investimento em saúde, a construção do novo Mercado Central de Fortaleza, a criação de novos espaços culturais e a Ponte sobre o rio Ceará, ligando a capital ao município de Caucaia pela via da Costa do Sol Poente.

Já no período da chamada Geração Cambeba, capitaneada por Tasso Jereissati e Ciro Gomes, fez-se pesado investimento em infraestrutura turística, transformando a cidade de Fortaleza e demais pontos de exploração do estado em sólidos destinos regionais e nacionais do setor.


PRINCIPAIS ATRAÇÕES

Para curtir tudo o que Fortaleza e arredores têm a oferecer é preciso muito pique! Além da intensa programação noturna todos os dias da semana, tem ainda as praias afastadas que exigem disposição para viagens mais longas. 

Assim sendo, nada como preparar um roteiro para não deixar nada de fora: das encantadoras dunas e falésias das costas Leste e Oeste ao pôr do sol em Iracema, onde está também o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, mais badalado espaço cultural da cidade. 

Não perca o burburinho das barracas da praia do Futuro, os brinquedos radicais do Beach Park e a arquitetura deslumbrante do Theatro José de Alencar.   

 

CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURAA revitalização do bairro de Iracema se deve à inauguração, em 1998, do Dragão do Mar, um espaço cultural de arquitetura moderna e que reúne teatros, cinema, espaço para shows, galerias de arte… A programação trouxe o movimento, que incentivou a restauração dos casarões neoclássicos ao redor, transformados em bares, restaurantes e casas noturnas.

 

PRAIA DO FUTUROPreferida dos banhistas, a praia do Futuro ocupa oito dos 25 quilômetros da orla da capital,com direito a areias fofas e claras, ondas fortes e dunas. Limpa e bonita, abriga ao longo de seu calçadão diversas barracas que oferecem duchas de água doce, cadeiras de praia e delícias da gastronomia regional.

 

CURTIR CUMBUCOPasseios de jangada e de jegue são os atrativos de Cumbuco, uma vila repleta de dunas e coqueiros. Já os radicais  bugueiros levam às lagoas de Parnamirim, point do esquibunda; e do Banana, ponto de encontro da turma do windsurfe e do jet ski. Fica a 30 km, em Caucaia.

 

NOITEA diversão acontece em determinados pontos da cidade, dependendo do dia. Segunda, o monopólio é do Bar Pirata, enquanto às quintas-feiras, as barracas da praia do Futuro promovem shows de música e de humor. Na sexta, o movimento de jovens é grande na Rua dos Tabajaras, em Iracema. Fique atento às programações e divirta-se! 

 

FIM DE TARDE EM IRACEMAQuando começa a entardecer, o bairro de Iracema ganha vida. O calçadão e a Ponte dos Ingleses vão, aos poucos, ficando cheios de espectadores que chegam para apreciar o pôr do sol.

 

THEATRO JOSÉ DE ALENCARApreciar a fachada art nouveau do teatro, que combina vitrais coloridos e estrutura metálica importada da Escócia, já vale a visita. O tour monitorado apresenta o interior do espaço – que manteve características da belle époque nos desenhos que enfeitam as frisas, os camarotes e as escadarias – além do jardim projetado por Burle Marx. 

 

BEACH PARKO parque aquático fica na beira da praia de Porto das Dunas (30 km), com atrações para a família inteira – de refrescantes chafarizes a tobogãs com altura de um prédio de 14 andares. São 16 atrações entre piscinas de ondas, toboáguas e corredeiras, além de saunas, espalhados por uma área de 35 mil metros.

 

CENTRO DE ARTESANATO DO CEARÁ (CEART)O espaço tem artesãos de diversas partes do Ceará e muitos produzem suas peças – que podem ser exclusivas – aos olhos dos visitantes.

 

CEARÁ SHOWO espetáculo musical, que acontece no espaço de mesmo nome, é pontuado pelas riquezas e histórias do estado. Na trama, o personagem principal passeia por vários cenários representativos e viaja pelo Ceará, onde encontra pelo caminho ícones da cultura local, como a índia Iracema, de José de Alencar, Padre Cícero, Dragão do Mar, Jovita.

 

JARDIM JAPONÊSInaugurado em 2011, o jardim fica na Avenida Beira Mar, em Meireles. O espaço é disputado por fotógrafos profissionais e amadores e é uma boa dica para quem também curte arquitetura. Com 1.900m², reúne cerca de 50 espécies de plantas e oferece uma linda vista para o mar. 

MERCADO DOS PEIXESAtrás do Mercado dos Peixes, na praia de Meireles, barracas preparam as delícias que os clientes compram nos 45 boxes ao lado, como peixes, camarão, lagosta… O preço do preparo é quase simbólico e as barracas oferecem cerveja gelada, batidas e vista perfeita da praia e seus barquinhos de pescadores.

 

MÚSICA AO PÔR DO SOLO projeto é perfeito para curtir o fim da tarde em pontos famosos da orla, com apresentações de música ao vivo e gratuitas. Nos três primeiros domingos do mês, os shows são do acordeonista Joais Viana, que se apresenta em um barco, nas proximidades do Mercado dos Peixes, em Mucuripe.

 

PASSEAR DE VELEIRO PELA ORLAHá duas saídas, às 10h e às 16h – o mais indicado é o da tarde, por conta de dois espetáculos: o pôr do sol e o acender das luzes da cidade. O tour dura duas horas e inclui parada para mergulho. As embarcações partem da Associação dos Veleiros, em Meireles.

 

ESTICAR EM CANOA QUEBRADAO percurso de ida e volta entre Fortaleza e Canoa Quebrada é cansativo, somando  330 quilômetros. Por isso, muita gente acaba pernoitando no antigo reduto hippie também por outros motivos: curtir a agitada vida noturna e passear com calma pelas mais de dez paradisíacas praias da região, entre elas, Ponta Grossa, com falésias avermelhadas, dunas.

 

MORRO BRANCO E PRAIA DAS FONTESO passeio que descortina algumas das mais bonitas falésias brancas e coloridas do Ceará pode ser feito em apenas um dia, de bugue, desbravando os labirintos de formações rochosas e se refrescando em banhos de água doce na Praia das Fontes. Fica em Beberibe, a 85 km. 

 

ESPORTES NÁUTICOSO vento constante que invade as praias amplas e com poucos recifes faz do litoral cearense point perfeito para a prática de esportes náuticos e radicais. O surf reúne adeptos nas praias da costa Leste, como Farol, Porto das Dunas, Prainha e Fontes. Já o litoral Leste atrai os fãs do windsurf e do kitesurf.

 

ARENA CASTELÃOO estádio foi o primeiro do país (num total de 12)  a ficar pronto para a Copa do Mundo de 2014. Além da agilidade, a Arena Castelão foi exemplo de sustentabilidade, reutilizando o concreto da antiga construção para pavimentar o estacionamento. Com capacidade para 64 mil torcedores, o eSpaço tem como destaque a estrutura.

 

PARQUE ENGENHOCAPara quem tem filhos pequenos e quer dar um tempo de praia e atrações aquáticas, a dica é o Engenhoca, que fica em Aquiraz, em um sítio que abrigava uma fábrica de cachaça. Entre as atrações, tiro ao alvo, corrida de kart, canoagem, tirolesa.

 

PASSEIO PÚBLICOA visita à praça pode ser combinada com o passeio ao Theatro José de Alencar. Ou, com uma pedalada, uma vez que a rota das ciclovias passa bem pertinho para quem vem da Av. Beira Mar.  Em estilo neoclássico, a praça foi construída em 1890 e é bastante arborizada.

PEDALAR NA AVENIDA BEIRA-MARDesde 2016, a faixa da Avenida Beira-Mar junto à areia se tornou compartilhada para pedestres e ciclistas – com isso, é possível percorrer, em pouco tempo, toda sua extensão, de 3,1km, que vai da praia de Iracema a Mucuripe, passado por Meireles. Quem curte um pedal, pode alugar através as bicicletas através do aplicativo.