Nesse artigo você vai conhecer mais sobre Gravidez Ectópica espero que goste, aproveite também para conhecer outros artigos relacionados na nossa categoria de Saúde. Por favor, se esse artigo for relevante para você, deixe um comentário no final da página, e muito importante para nossa equipe! Fique a vontade e boa leitura.

A gravidez ectópica acontece quando a implantação do óvulo ocorre em uma estrutura anormal. Nesses casos as mulheres podem apresentar sangramento vaginal e dores abdominais. Através de uma ultrassonografia a localização do feto é determinada.

Na maioria das vezes é realizada uma cirurgia para retirada do feto e placenta, porém em alguns casos apenas uma dose única de metotrexato é utilizado para interromper a gravidez ectópica.

Normalmente, a gravidez comum se caracteriza por um óvulo que é fertilizado na tuba uterina ou trompa de Falópio e se implanta no útero. Entretanto, se esse tubo estiver bloqueado ou estreito, o óvulo fertilizado pode não chegar ao útero. Nesses casos, o óvulo fertilizado é implantado em algum lugar fora do útero, resultando em uma gravidez ectópica. A gravidez ectópica geralmente se desenvolve como uma gravidez tubária, sendo gerada nas trompas de Falópio, mas pode se fixar em outros locais (cavidade abdominal, do ovário ou no colo do útero).

A gravidez ectópica deve ser tratada rapidamente, assim que for descoberta, pois o risco de hemorragias aumenta com o tempo, levando a paciente a morte. Além disso, quando o tratamento é realizado mais cedo a fertilidade tem mais chances de ser conservada.

As vezes um feto de uma gravidez ectópica pode sobreviver por um período maior, como várias semanas. Porém, os tecidos fora do útero não proporcionam o suporte necessário nem mesmo o fornecimento de sangue adequado, consequentemente, o feto acaba não sobrevivendo e pode destruir várias estruturas maternas.

É comum que após seis a dez semanas a estrutura que contém o feto tenha um rompimento. A gravidez ectópica deve ser interrompida o quanto antes pois ao se romper, oferece um risco elevadíssimo a mulher, chegando a ser fatal. Por maior tempo que prossiga, quanto mais tarde essa estrutura se romper,eleva o risco de morte pois só aumenta a perda de sangue. A gravidez ectópica ocorre em uma a cada duzentas gestações.

 

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Inicialmente, é comum que uma gravidez ectópica seja confundida com a gravidez normal, pois os sintomas seriam os mesmos. Geralmente a gravidez ectópica somente é descoberta após o aparecimento de sintomas, como: hemorragia vaginal, dores abdominais ou dores pélvicas.

Enquanto a gravidez ectópica prossegue, outros sintomas podem aparecer: dor de barriga ou dor pélvica, que tende a piorar se houver esforço, se espalhando por toda a região pélvica; sangramento intenso; dores durante o ato sexual e/ou exames pélvicos e hemorragia no diafragma.

A gestação ectópica é detectada normalmente através de um exame pélvico, ultrassonografia e exames de sangue.

Os fatores de risco que podem acarretar em uma gravidez ectópica, são: doenças inflamatórias pélvicas anteriores; doença das tubas uterinas; ter tido anteriormente uma gravidez ectópica; procedimento cirúrgico realizado anteriormente (aborto ou laqueadura) e se a gravidez ocorreu com o uso de DIU.

Após a ocorrência de uma gravidez ectópica, é possível engravidar normalmente se as trompas de Falópio ou tubas uterinas não tiverem sofrido grandes danos, ao estarem intactas há 60% de chance de futuramente acontecer uma gravidez normal. Porém, se as trompas forem danificadas, a gravidez ectópica pode ser reincidente e o uso de tratamentos de fertilidade é necessário se uma ou ambas das trombas foram removidas.

Não existem métodos de prevenção que impeçam a gravidez ectópica de acontecer, mas é possível minimizar alguns riscos. E o acompanhamento médico é imprescindível.