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Muitas mulheres possuem esse medo, quando a menstruação atrasa, todas ficam com uma pulga atrás da orelha, mesmo que estejam usando a pílula anticoncepcional corretamente.

Isso acontece por que a eficácia da pílula anticoncepcional não é 100% garantida, então geralmente todas as mulheres correm o risco de engravidar tomando o anticoncepcional, normalmente a eficácia do anticontraceptivo se comprova em 98% dos casos.

Existem fatores que também aumentam os riscos de engravidar tomando anticoncepcional:

  • Ao trocar de método anticontraceptivo e não utilizar outro método de barreira (preservativo) durante as 2 primeiras semanas de uso.
  • Apresentar episódios de vômito ou diarréia nas 3 a 4 horas após ter ingerido a pílula anticoncepcional. Se isso acontecer, uma nova pílula deve ser tomada ou o uso do preservativo deve ser adotado;
  • Usar antibióticos e/ou antialérgicos;
  • Não ingerir o anticontraceptivo na periodicidade correta, esquecendo de tomar sempre na mesma hora;
  • Deixar de tomar a pílula anticoncepcional várias vezes durante o mês.

É imprescindível que o anticoncepcional seja usado de forma continua, no mesmo horário, diariamente. Pois cada pílula corresponde a uma dose diária do hormônio, e para a prevenção ser garantida o organismo tem que receber essas doses hormonais, já que através dessas doses a ovulação será inibida e a fecundação será evitada.

As usuárias devem ter atenção para o uso de outros medicamentos em conjunto com o anticoncepcional, como é o caso dos antibióticos e antialérgicos, dos quais alguns acabam cortando o efeito da pílula ou reduzindo sua eficácia.

Portanto é preciso esclarecer todas essas dúvidas com o médico, para averiguar se o medicamento que esteja tomando pode afetar a prevenção contraceptiva obtida através das pílulas anticoncepcionais.

Em caso de vômitos ou diarreia a eficácia da pílula anticoncepcional também pode ser comprometida, pois o organismo e estômago acabam não absorvendo corretamente os hormônios que o anticontraceptivo contém.

Nesses dois casos é necessário tomar novamente a pílula.

Em caso de esquecimento maior que 12 horas, a usuária deve ter atenção, pois o efeito contraceptivo nesse ciclo foi reduzido. E, se o esquecimento ocorreu na primeira semana de uso da cartela, o risco de engravidar tomando anticoncepcional aumenta já que a ovulação pode ocorrer antes e os espermatozoides chegam a sobreviver até 7 dias após a relação sexual.

Se tiveram riscos o suficiente para atrapalhar a eficácia da pílula e a usuária acredita estar grávida, o uso do anticoncepcional na gestação não implicará em riscos para o desenvolvimento do feto, mas ao ter certeza de que está grávida o uso do anticoncepcional deve ser suspenso.

Uma curiosidade a respeito da prevenção a gravidez é que muitas mulheres acreditam que não engravidam no período de amamentação, mas isso é um equívoco, mesmo que durante a amamentação a mulher não tenha a menstruação regulada, ainda assim pode estar ovulando. Normalmente o anticoncepcional indicado nessa fase de amamentação é o cerazette pois sua dosagem é baixa e não afeta o leite materno ou o bebê. E sua eficácia é semelhante aos outros anticoncepcionais, cerca de 98%.

 

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Lembrando que os mesmos riscos que afetam a eficácia dos anticoncepcionais comuns também podem interferir na prevenção do cerazette, e mesmo amamentando a usuária pode engravidar tomando anticoncepcional.

A pílula anticoncepcional deve ser ingerida somente sob a prescrição médica. Hoje, há opções de anticoncepcionais com baixa dosagem de estrogênio que são tão eficazes quanto os outros, desde que seu uso seja administrado corretamente. O anticoncepcional também pode ajudar a regular o ciclo menstrual, diminuir o fluxo e as cólicas além de prevenir a gravidez.