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De acordo com o Primeiro Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, a segunda causa de morte no Brasil é o erro médico: o problema causa 829 óbitos diariamente, o que equivale a três pessoas a cada cinco minutos.
No ano de 2017, segundo Conselho Nacional de Justiça, foram pelo menos 26 mil processos por erro médico. Ou seja, registradas 70 novas ações por dia no Brasil, isto corresponde a 3 por hora.

No Superior Tribunal de Justiça (STJ), novos casos referentes a erro médico passaram de 466 em 2015 para 589 em 2016 e 542 em 2017. Processos por erro médico movidos julgados pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) aumentaram em 586,66% entre os anos 2000 e 2016.

Com isso, ainda hoje, existem profissionais médicos, imbuídos do interesse lucrativo, que prometem resultados inimagináveis, com o uso de algumas substâncias, os quais chegam a desafiar a própria natureza humana, o que tem gerado danos inaceitáveis à saúde e integridade física e psicológica dos pacientes.

O caso mais recente noticiado foi o do médico Wesley Murakami, por injetar PMMA, um tipo de plástico usado para preenchimento, na linha da mandíbula de uma paciente para obter resultado harmônico das linhas faciais.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o profissional não têm registro de qualificação de especialidade e não pertence aos quadros de junto à entidade. Outro fator, é que “este tipo de procedimento não deve ser feito, por ser um produto absorvível, que pode dar reação inflamatória”.

Identificar o erro médico é tarefa  árdua para o consumidor, pois deve-se levar em consideração vários aspectos, desde investigação de causas ou doenças pré-existentes do paciente; conduta do médico; relação médico-paciente; até insatisfação ou resultado não alcançado. De acordo com o Dr Fábio Machado Pires, especialista em erro médico, ‘’a simples insatisfação do paciente quanto ao resultado obtido pelo cirurgião, já é motivo suficiente para responsabilizar o mesmo, ainda que tenha usado de toda sua diligência necessária.’’

A denúncia ao médico pode ser escrita ou verbal, com identificação completa do denunciante, na qual conste o relato dos fatos, e quando possível, a qualificação completa do médico denunciado, com a indicação das provas documentais.