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Florianópolis

Florianópolis é a capital do estado brasileiro de Santa Catarina, na região Sul do país. O município é composto pela ilha principal, a ilha de Santa Catarina, a parte continental e algumas pequenas ilhas circundantes.

A cidade tem uma população de cerca de 490 mil habitantes, de acordo com estimativas para 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o segundo município mais populoso do estado (após Joinville) e o 47º do Brasil. A região metropolitana tem uma população estimada de mais de 1 milhão habitantes, a 21ª maior do país.

A cidade é conhecida por ter uma elevada qualidade de vida, sendo a capital brasileira com maior pontuação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pelo PNUD, das Nações Unidas.

A economia de Florianópolis é fortemente baseada na tecnologia da informação, no turismo e nos serviços. A cidade tem 42 praias e é um centro de atividade de navegação.

O jornal norte-americano The New York Times afirmou em 2009 que “Florianópolis era o destino do ano”. A Newsweek considerou que o município é uma das “dez cidades mais dinâmicas do mundo” em 2006. A revista Veja classificou a cidade como “o melhor lugar para se viver no Brasil”, enquanto que o Índice de Cidades Empreendedoras (ICE), elaborado pela filial brasileira da ONG norte-americana Endeavor, elegeu a cidade como o melhor ambiente para o empreendedorismo no país.

Como resultado dessa exposição, Florianópolis está crescendo como uma segunda casa para muitos paulistas, argentinos, estadunidenses e europeus. A cidade também foi considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) uma das “cidades criativas” do Brasil em 2014, ao lado de Curitiba.

A maioria da população vive no continente e em partes do centro e norte da ilha principal. A metade sul é menos habitada. Muitos pescadores comerciais pequenos povoam a ilha. Os barcos de pesca, as rendeiras, o folclore, a culinária e a arquitetura colonial contribuem para o crescimento do turismo e atraem recursos que compensam a falta de um grande parque industrial. Vilarejos imersos em tradição e história, como Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha, ainda resistem aos avanços da modernidade.

O Aeroporto Internacional Hercílio Luz serve à cidade. Florianópolis é o lar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), além do Instituto Federal de Santa Catarina e de dois campi da Universidade do Estado de Santa Catarina, entre outras instituições de ensino superior e profissional.

 

HISTÓRIA

Civilizações pré-cabralinas

Antigas populações habitaram a ilha de Santa Catarina em tempos remotos. Existem indícios de presença do chamado Homem de Sambaqui em sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de quinto 4 800 a.C. A ilha possui numerosas inscrições rupestres e algumas oficinas líticas, notadamente em várias de suas praias. Por volta do ano 1000, os povos indígenas tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos do tronco linguístico tupi provenientes da Amazônia.

No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos do tronco tupi, os carijós. Os carijós praticavam a agricultura, mas tinham, na pesca e coleta de moluscos, as atividades básicas para sua subsistência. A Ilha de Santa Catarina era conhecida como Meiembipe (“montanha ao longo do mar”) pelos carijós. O estreito que a separa do continente era chamado Y-Jurerê-Mirim, termo que quer dizer “pequena boca d’água” e que também se estendia à própria ilha. Os carijós viriam a ser escravizados pelos colonos de origem portuguesa de São Vicente.

Séculos XVI e XVII

Já no início do século XVI, embarcações que demandavam a Bacia do Prata aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecer-se de água e víveres. Entretanto, somente por volta de 1673 é que o bandeirante Francisco Dias Velho, junto com sua família e agregados, deu início ao povoamento da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis) — segundo núcleo de povoamento mais antigo do estado, ainda fazendo parte da vila de Laguna — desempenhando importante papel político na colonização da região.

Nessa época ocorreram naufrágios de embarcações que depois foram estudadas e deram origem a dois projetos de arqueologia subaquática em Florianópolis, um no norte e outro no sul da ilha. Diversos artefatos e partes das embarcações foram recuperados pelos pesquisadores responsáveis por essas iniciativas, financiadas principalmente pela iniciativa privada.

Século XVIII

A partir da vinda de Dias Velho intensificou-se o fluxo de paulistas e vicentistas, que ocuparam vários outros pontos do litoral. Em 15 de março de 1726 a povoação da Ilha de Santa Catarina foi separada da vila da Laguna, sendo em 26 de março do mesmo ano elevada à categoria de vila.

A ilha de Santa Catarina, por sua posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passou a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começaram a ser erigidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha.

A partir de meados do século XVIII, a ilha de Santa Catarina passou a receber uma expressiva quantidade de migrantes açorianos, que chegaram ao Brasil incentivados pela Coroa portuguesa para aliviar o excedente populacional e ocupar a parte meridional de sua colônia na América do Sul.

Com a migração, prosperaram a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho, permanecendo, ainda hoje, resquícios desse passado, no que se refere à confecção artesanal da farinha de mandioca e das rendas de bilro.

Nessa época, em meados do século XVIII, verificou-se a implantação das “armações” para pesca da baleia, na Armação da Piedade, na vizinha Governador Celso Ramos, na Armação do Pântano do Sul, cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.

Século XIX

No século XIX, em 24 de fevereiro de 1823, Desterro foi elevada à categoria de cidade; tornou-se capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetaram-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao imperador D. Pedro II (1845). Em outubro desse mesmo ano, ancorada a embarcação imperial nos arredores da ilha, D. Pedro permaneceu em solo catarinense por quase um mês. Neste período, o imperador dirigiu-se várias vezes à igreja (hoje Catedral Arquidiocesana), passeou pelas ruas da Vila do Desterro e, na “Casa de Governo”, concedeu “beija-mão”.

Em 1891, quando o marechal Deodoro da Fonseca, por influência da Revolta da Armada, renunciou à presidência da recém-instituída república, o vice-presidente Floriano Peixoto assumiu o poder, mas não convocou eleições após isso, contrariando o prescrito na constituição promulgada neste mesmo ano, fato que gerou duas revoltas: a Segunda Revolta da Armada (originária da Marinha, no Rio de janeiro) e a Revolução Federalista (patrocinada por fazendeiros gaúchos). As duas insurreições chegaram ao Desterro com o apoio dos catarinenses, entre os quais esteve Elesbão Pinto da Luz. Entretanto, Floriano Peixoto conteve-as ao aprisionar seus líderes e, com isso, restaram no domínio da cidade tão somente simpatizantes do presidente, que, em sua homenagem, deram à capital a denominação de Florianópolis, ou seja, “cidade de Floriano”. Os revoltosos, por sua vez, vieram a ser fuzilados na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim – por isso, o episódio foi chamado de Chacina de Anhatomirim.

No final do século XIX, em 1898, foi fundado um importante colégio pela Congregação das Irmãs da Divina Providência, o Colégio Coração de Jesus.

Século XX

A cidade, desde o entrar do século XX, passou por profundas transformações. A construção civil fez-se um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica, do sistema de fornecimento de água e da rede de esgotos somou-se à construção da Ponte Hercílio Luz, tudo a assinalar o processo de desenvolvimento urbano. Além disso, em 1943 foi anexada ao município a parte continental, antes pertencente à vizinha São José.

Ao final do século XX — nas três últimas décadas, principalmente —, a ilha experimentou singular afluência de novos moradores, iniciada com a transferência da sede da Eletrosul do Rio de Janeiro para o centro da ilha, com sede fixada no bairro Pantanal, e com a instalação do campus da Universidade Federal de Santa Catarina na Trindade. O surgimento do Aeroporto Hercílio Luz no sul da ilha e da pavimentação da BR-101 também construíram para tirar a cidade do isolamento. Construíram-se duas novas pontes ligando a ilha ao continente: a ponte Colombo Salles e a ponte Pedro Ivo Campos, e grandes aterros foram construídos no Centro e no Sul da Ilha. Os bairros mais afastados da ilha também foram objeto de intensa urbanização. Surgiram novos bairros, tal como Jurerê Internacional, de alto nível socioeconômico, enquanto em alguns pontos começou uma ocupação desordenada, sem o devido zelo com respeito a obras de urbanização. No início do século XXI a cidade passou a ter um dos piores trânsitos do Brasil, com um veículo para menos de dois habitantes, número que no verão aumenta gradativamente com a chegada dos turistas.

O que fazer Florianópolis

PASSEIO DE ESCUNA PELAS ILHAS E FORTALEZAS

Dois roteiros conduzem a imponentes e preservados fortes da região a bordo de escunas. O passeio que parte da Ponte Hercílio Luz é o mais completo – tem seis horas de duração e faz paradas no Forte de Santa Cruz de Anhatomirim e na Fortaleza de Santo Antônio de Ratones.

PRAIAS

As novas estatísticas apontam que Florianópolis abriga cem praias. Como é praticamente impossível conhecer todas em uma viagem só, fazer uma seleção e agrupá-las por região é garantia de conhecer o crème de la crème da ilha. Ao Leste, o point é dos surfistas e da paquera que rola solta nas praias Mole e da Joaquina. No Norte estão as concorridas praias Brava, também reduto do surf; e Jurerê Internacional, com “paradores” – como são chamadas  as barracas de praia -, bares e boates. A garotada endinheirada faz a festa no por do sol em casas como P12 e Posch. Já ao Sul, as rústicas vilas de pescadores atraem quem busca paz, sossego e bons restaurantes como os das praias de Pântano do Sul e Ribeirão da Ilha.

VILAS AÇORIANAS

Os açorianos que chegaram à ilha há 200 anos deixaram como herança os bairros de Santo Antônio de Lisboa e de Ribeirão da Ilha. À beira-mar, preservam os costumes, as tradições e a arquitetura tão característica dos colonizadores – casinhas coloridas e geminadas. Em Santo Antônio os destaques ficam por conta do casario.

ILHA DO CAMPECHE

Única ilha do país tombada como Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional, Campeche abriga praias de águas transparentes. A maior riqueza, porém, são as dezenas de inscrições rupestres protegidas em sítios arqueológicos e acessíveis por trilhas com acompanhamento de guias. A melhor maneira de chegar à ilha é através dos barcos de pescadores.

LAGOA DA CONCEIÇÃO

Situada no centro geográfico da ilha – e ponto estratégico para seguir em todas as direções -, a Lagoa da Conceição não é famosa apenas por ser o point noturno de Florianópolis. O cartão-postal é emoldurado por construções antigas, vilas de pescadores com bares e restaurantes, núcleos de artesanato, escolas de windsurf.

MIRANTES

Os muitos morros que emolduram Florianópolis ganharam status de mirantes naturais. Além de descortinarem belas vistas, ajudam a compreender a geografia da ilha. Um dos mais procurados é o Morro da Cruz, no Centro. De fácil acesso, exibe as baías Norte e Oeste com a Ponte Hercílio Luz ao fundo. Vá no pôr do sol.

VISITAR O CENTRO HISTÓRICO

Um passeio pelo Centro Histórico de Florianópolis não se resume a visitar construções e apreciar fachadas de diferentes estilos arquitetônicos. O tour pelos arredores da Praça XV de Novembro é garantia de boas compras de artesanato em cerâmica, encontrado na Casa da Alfândega; e de mesa farta: o Mercado Público Municipal é repleto de bares.

AVENIDA BEIRA MAR NORTE E PONTE HERCÍLIO LUZ

Ponto de encontro dos que buscam a boa forma, a Avenida Beira Mar Norte ganha vida no final do dia. É durante o pôr do sol que o movimento de esportistas aumenta, os bares e restaurantes abrem suas portas e a Ponte Hercílio Luz é acesa. Um verdadeiro cartão-postal de Floripa.

CURTIR A NOITE

No verão, o agito começa ainda sob a luz do sol, nos clubes de praia de Jurerê Internacional. Por ali ficam os concorridos P12 e o Music Park, um complexo com cinco espaços e inclui casas como a Posh e a Pacha Floripa. E ainda tem a Milk, a Donna etc..