Nesse artigo você vai conhecer mais sobre Insônia: Tudo Sobre a Doença e Tratamentos Naturais, espero que goste, aproveite também para conhecer outros artigos relacionados na nossa categoria de Saúde. Por favor, se esse artigo for relevante para você, deixe um comentário no final da página, e muito importante para nossa equipe! Fique a vontade e boa leitura.

 

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O que é insônia?

Não consigo dormir. Essa é uma queixa de milhões de pessoas no mundo inteiro que tem dificuldade para dormir. A insônia é um distúrbio persistente que prejudica a capacidade de uma pessoa adormecer ou, ainda, de permanecer dormindo durante toda a noite. Pessoas com insônia geralmente começam o dia já se sentindo cansadas, têm problemas de humor e falta de energia e têm o desempenho no trabalho ou nos estudos prejudicado por causa deste distúrbio. A qualidade de vida da pessoa, em geral, costuma ficar comprometida pela insônia.

Muitos adultos apresentam insônia em algum momento da vida, mas algumas pessoas têm insônia crônica, que pode perdurar por um período de tempo muito maior do que o normal.

A dificuldade para dormir pode ser, ainda, um distúrbio secundário causado por outros motivos, como doença ou uso indevido de medicação.

 

O que causa insônia?

  • Estresse – preocupações relacionadas ao trabalho, estudos, saúde ou família podem manter sua mente ativa durante a noite, o que dificulta na hora de adormecer;
  • Ansiedade – ansiedade diária, bem como transtornos graves de ansiedade, como o transtorno de estresse pós-traumático, pode atrapalhar o sono;
  • Depressão – uma pessoa com depressão pode dormir mais do que o normal e pode também não conseguir dormir, simplesmente. Insônia é comum em casos de depressão;
  • Condições médicas – dor crônica, dificuldade para respirar ou necessidade frequente de urinar podem levar à insônia. Exemplos de condições associadas à insônia incluem:
  • Artrite
  • Câncer;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Doença pulmonar;
  • Doença do refluxo gastroesofágico;
  • Distúrbios da tireoide;
  • AVC
  • Doença de Parkinson;
  • Doença de Alzheimer
  • Mudança no ambiente ou horário de trabalho;
  • Viajar ou alterar o horário de trabalho pode mudança no “relógio biológico”, que dificulta o início do sono;
  • Maus hábitos de sono – irregularidade do sono, como dormir e acordar em horários diferentes todos os dias; atividades estimulantes antes de deitar-se; dormir em ambientes inapropriados e desconfortáveis, como num lugar muito iluminado, dormir em frente à televisão ou dormir com a luz acesa.
  • Medicações – Muitos medicamentos podem interferir na capacidade de uma pessoa adormecer ou permanecer dormindo, incluindo antidepressivos, remédios para controle da pressão arterial, antialérgicos, estimulantes e corticosteroides. É recomendável checar com seu médico;
  • Consumo excessivo de cafeína, nicotina e álcool;
  • Comer comida pesada muito tarde. Prefira lanches leves;
  • Idade – A insônia pode, ainda, se tornar mais comum com a idade. Ruídos e outras alterações no ambiente podem despertar uma pessoa idosa. Com o tempo, a pessoa pode se tornar menos ativa fisicamente ou socialmente. A falta de atividades diárias pode interferir em uma boa noite de sono. Outros problemas comuns nos idosos como dor crônica, artrite, depressão, ansiedade, síndrome de pernas inquietas, entre outros.

 

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Fatores de risco

Muitas pessoas podem apresentar um quadro de insônia ocasionalmente. Mas o risco de insônia é maior em:

  • Pessoas do sexo feminino. As mulheres são muito mais propensas a sofrer de insônia – questões hormonais;
  • Pessoas acima dos 60 anos de idade;
  • Pessoas com algum distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e o transtorno de estresse pós-traumático;
  • Estresse;
  • Trabalhar à noite ou viajar a trabalho, que envolva trocas frequentes de fuso horário.

 

Sintomas de Insônia

Os principais sintomas de insônia podem incluir:

  • Dificuldade para adormecer à noite;
  • Despertar durante a noite;
  • Despertar muito cedo;
  • Não se sentir descansado após uma noite de sono;
  • Cansaço ou sonolência diurna;
  • Irritabilidade, depressão ou ansiedade;
  • Dificuldade para prestar atenção, concentrar-se em tarefas ou de se lembrar;
  • Aumento do risco de acidentes;
  • Dores de cabeça localizadas;
  • Problemas gastrointestinais;
  • Preocupações contínuas com o sono;
  • Uma pessoa com insônia, muitas vezes, pode levar 30 minutos ou mais para adormecer e pode dormir por apenas seis horas ou menos a partir de três noites por semana por mais de três meses.

 

Diagnóstico e exames

Se você tiver sintomas de insônia e eles estiverem prejudicando suas atividades diárias e seu desempenho no trabalho ou nos estudos, procure um especialista (clínica médica, neurologista, medicina do sono, especialista em medicina do sono, psiquiatra) para determinar o que pode estar causando o problema e saber como ele pode ser tratado.

Além de fazer-lhe uma série de perguntas, o médico analisará seu padrão de sono e sonolência diurna. Para isso, você talvez tenha de manter um diário de sono por um determinado período de tempo e depois apresentá-lo ao médico. O médico fará exames físicos e poderá exames laboratoriais e de imagem.

 

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Como acabar com a insônia?

Nem em todos os casos, é possível acabar com a insônia definitivamente, mas é possível melhorar e muito a qualidade do sono de muitos indivíduos.

Tratamento de Insônia

Uma mudança nos hábitos de sono e tratar as causas subjacentes da insônia, como condições médicas ou medicamentos, pode restaurar um padrão de sono saudável em muitos pacientes. Se essas medidas não funcionarem, o médico pode recomendar medicamentos para ajudar com o relaxamento e na readequação do sono.

Remédios para Insônia

Os remédios para insônia são definidos como hipnóticos. Estes remédios para insônia têm a capacidade provocar o sono, sendo por isso utilizados como estratégia para tratar a insônia. Este tipo de remédios e medicamentos é conhecido, como sedativo, tranquilizante ou droga ansiolítica (são drogas sintéticas usadas para diminuir o estresse, a ansiedade e a tensão acumulada) e só podem ser utilizados sob prescrição médica:

Os remédios para insônia podem causar dependência. Ou seja, depois de um tempo podem não fazer mais efeito. Há também outros efeitos colaterais que devem ser discutidos com seu médico.

O uso da Melatonina no tratamento da insônia

A melatonina é um hormônio produzido pelo nosso organismo que influencia a regulação do sono. É um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo, principalmente quando anoitece, de uma forma mecânica em resposta ao escuro. Se permanecerem luzes acesas durante a noite (ex: computador, televisão, candeeiros, etc.), esta hormônio não é produzido de forma eficaz, diminuindo assim a sensação de sono. A produção de melatonina diminui com o envelhecimento.

A suplementação com melatonina é um substituto eficiente e natural à tomada de medicamentos e remédios para dormir. Porém as suas doses têm de ser controladas pelo seu médico.

 

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Convivendo/ Prognóstico

A chave para tratar o distúrbio encontra-se justamente em adequações em sua rotina durante o dia e quando você vai para a cama. Bons hábitos de sono ajudam a restabelecer o sono saudável. Confira dicas básicas:

  • Exercite-se e permaneça ativo;
  • Verifique com seu médico se os medicamentos que você toma cronicamente não causam insônia;
  • Evite cochilos durante o dia. Sonecas distribuídas ao longo do dia podem dificultar na hora de adormecer à noite;
  • Evite ou limite o consumo de cafeína e álcool. Corte o uso de nicotina;
  • Se estiver sentindo dores, procure fazer uso de analgésico;
  • Regularize seu relógio biológico, estabeleça um horário fixo para dormir e acordar;
  • Ler um livro “chato” e tomar chá são medidas que te ajudam a pegar no sono;
  • Escutar uma música calma antes de dormir pode ajudar a embalar o seu no sono;
  • Os chás, que não são à base de cafeína, em geral, ajudam a relaxar e por isso são bons indutores do sono, mas devem estar mornos;
  • A massagem ajuda a dormir porque relaxa os músculos e a mente;
  • O leite é rico em triptofano, um aminoácido que essencial para a síntese de serotonina, o hormônio do bem estar. Por isso, consumir o alimento relaxa e garante uma noite tranquila;
  • Praticar exercícios físicos pelo menos duas horas antes do horário de ir dormir;
  • Assim como a massagem, a meditação também acalma a mente e traz uma ótima sensação de bem-estar, por isso, a noite de sono fica ainda mais tranquila;
  • Relaxar num banho morno;
  • A televisão e o rádio devem estar desligados e de preferência a luz do quarto também. Deite-se numa posição confortável;
  • Faça refeições leves antes de dormir;
  • Evite usar computadores, videogames, smartphones ou outras telas antes de dormir, pois a luz pode interferir no ciclo de sono;
  • Torne seu quarto um ambiente confortável e próprio para o sono.

Insonia

 

Complicações possíveis

O sono é tão importante para a saúde quanto uma dieta saudável e exercícios físicos regulares. Seja qual for o motivo para a perda do sono, a insônia pode afetar e prejudicar a saúde física e mental.   Complicações da insônia podem incluir:

  • Menor desempenho no trabalho ou nos estudos;
  • Tempo de reação e reflexo mais lentos;
  • Problemas psiquiátricos, como depressão ou transtorno de ansiedade;
  • Excesso de peso ou obesidade;
  • Irritabilidade;
  • Aumento do risco de adquirir doenças de longo prazo, como hipertensão, doenças cardíacas e diabetes;
  • Abuso de substâncias, como cigarro, álcool, cafeína e outras drogas;
  • É importante ter em mente que pessoas têm necessidades de sono diferentes. Algumas ficam bem com apenas 4 horas de sono por noite, enquanto outras só rendem bem se tiverem de 10 a 11 horas. A média, no entanto, costuma ser de 6 a 8 horas de sono diariamente.

 

Insônia na gravidez

A insônia na gravidez é normal e acredita-se que ela se deve a alterações hormonais típicas desta fase, mas como nem todas as grávidas apresentam insônia na gestação, podendo haver outros fatores envolvidos.

 

Mulheres ansiosas, estressadas ou que têm outros problemas emocionais tendem a sofrer mais com insônia durante a gravidez. É muito comum a grávida sentir muito sono no primeiro trimestre de gestação e sofrer com insônias no terceiro trimestre e, neste caso, isto também seria provocado pelo desconforto que a barriga traz.

 

Como a progesterona encontra-se aumentada durante a gravidez, ela pode ser causa da insônia para muitas grávidas, pois ela tem ação sedativa sobre o sistema nervoso central provocando a sonolência e, o hormônio estrogênio, também muito abundante nesta fase, possui efeito estimulante e, por isso, acredita-se que ele possa ser a causa dos frequentes despertares noturnos durante a gravidez.

 

Quanto à insônia na gravidez, o que se pode fazer para amenizá-la é:

  • Ir dormir sempre à mesma hora, num quarto tranquilo;
  • Colocar um travesseiro entre as pernas para ficar mais confortável;
  • Tomar o chá de erva-cidreira e evitar café e outras bebidas estimulantes após as 18 horas;
  • Evitar ambientes muito claros e barulhentos, como shoppings e centros comerciais à noite;
  • Se tiver dificuldades para dormir ou voltar a pegar no sono, fechar os olhos e concentrar-se somente na sua respiração.

 

O tratamento para insônia na gravidez pode ser feito também com medicamentos, mas eles só devem ser prescritos pelo obstetra.

A insônia na gravidez não prejudica o bebê, no entanto, é importante para a saúde da grávida dormir no mínimo 10 horas por dia e não dormir de barriga para cima após os 5 meses de gestação.

 

DOENÇAS DO SONO

A quantidade ideal de horas de sono é uma característica individual. A maioria das pessoas sente-se satisfeita após cerca de 7 a 8 horas de sono, porém o que define se a pessoa dormiu satisfatoriamente é o estado em que ela se encontra no dia seguinte.

A dificuldade em adormecer ou manter um sono contínuo aparece com o estresse ou se há alguma ameaça na cabeça. É um problema que atinge cerca de 30% da população mundial.

Além da insônia, já abordada anteriormente há outras doenças do sono, como:

  • Dificuldade de adormecer ou permanecer dormindo;
  • Problemas para permanecer acordado;
  • Problemas para conseguir manter uma rotina regular de sono;
  • Comportamentos incomuns durante o sono;
  • Dificuldade para adormecer ou permanecer dormindo.
  • Os distúrbios incluem:
  • Insônia psicofisiológica, uma condição em que o estresse causado pela insônia dificulta ainda mais o adormecer;
  • Síndrome do atraso da fase do sono: seu relógio interno está constantemente fora de sincronia com as fases de dia e noite “aceitas”;
  • Distúrbio do sono com dependência de hipnóticos;
  • Distúrbio do sono com dependência de estimulantes;
  • Dificuldade para permanecer acordado;
  • Os distúrbios de sonolência excessiva são chamados de hipersônia. São eles:
  • Hipersônia idiopática (sonolência excessiva que ocorre sem uma causa identificável);
  • Narcolepsia;
  • Apneia do sono central e obstrutiva;
  • Distúrbio do movimento periódico dos membros;
  • Síndrome das pernas inquietas;
  • Problemas para conseguir manter uma rotina regular de sono;
  • Diferença de fuso horário em viagens – jet leg;
  • Insônia paradoxal (na verdade, a pessoa dorme um número de horas diferente do que ela imagina);
  • Distúrbio do trabalho em turnos;
  • Comportamentos que perturbam o sono;

Os comportamentos anormais durante o sono são chamados de parassônia e são muito comuns em crianças. São eles:

  • Terrores noturnos;
  • Sonambulismo;
  • Distúrbio comportamental do sono REM (um tipo de psicose na qual a pessoa “representa” seus sonhos de uma forma tão violenta que ela pode machucar a pessoa que dorme ao seu lado).

Insonia

Diagnóstico e exames

Procure ajuda médica se estiver com dificuldades relacionadas ao sono. Existe tratamento para distúrbios de sono e médicos especializados neles para ajudar os pacientes. Serão solicitados exames pelos especialistas.

Apneia do sono

A apneia do sono é um distúrbio do sono potencialmente grave em que a pessoa para de respirar, por alguns segundos, diversas vezes durante a noite. Pessoas com apneia obstrutiva do sono podem, inclusive, não estar cientes de que têm o problema.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 50% da população brasileira se queixa de qualidade de sono ruim e cerca de 30% da população adulta sofre de apneia do sono.

Tipos

Existem dois tipos de apneia do sono:

Apneia obstrutiva do sono

É a forma mais comum, e ocorre quando os músculos da garganta relaxam durante o sono e as vias respiratórias se fecham, o que interfere e impede a respiração adequada. Isto pode reduzir drasticamente o nível de oxigênio no sangue. Assim, o cérebro recebe a mensagem de que algo está errado. Por ser incapaz de respirar, você desperta do sono por um breve momento – em que as vias respiratórias reabrem e permitem que a respiração volte ao normal. Esse problema, no entanto, se repete inúmeras vezes ao longo da noite e pode causar sérias complicações.

Durante a apneia obstrutiva do sono, a pessoa pode produzir um ronco ou um som semelhante ao sufocamento. O sono irregular impede a pessoa de alcançar o sono profundo, fazendo-a se sentir sonolenta durante o dia.

Apneia do sono central

A apneia do sono central é muito menos comum e ocorre quando o cérebro não consegue transmitir sinais para os músculos da respiração. Uma pessoa que sofre com este tipo de apneia pode acordar com falta de ar ou sentir dificuldade para dormir ou, ainda, para manter o sono. Assim como ocorre com a apneia obstrutiva do sono, aqui a pessoa também pode apresentar sonolência durante o dia.

 

Causas

Apneia obstrutiva do sono

Para esse tipo de apneia do sono, a principal causa é a obstrução do canal respiratório. Situações como obesidade, aumento das amígdalas, circunferência do pescoço e alterações craniofaciais, podem levar à apneia do sono.

Apneia do sono central

A causa mais comum de apneia do sono central é a insuficiência cardíaca e, mais raramente, um acidente vascular cerebral (AVC), lesão de tronco de origem traumática, uso de opioides (medicação para dor).

Fatores de risco

Todas as pessoas podem apresentar apneia do sono, até mesmo crianças. Alguns fatores de risco, no entanto, costumam ser elencados pelos médicos. Eles variam de acordo com o tipo da doença, mas pelo menos duas características são comuns: ser do sexo masculino e ter mais de 50 anos de idade. Os homens, em geral, são duas vezes mais propensos a desenvolver a doença do que as mulheres, que têm seu risco aumentado se estiverem acima do peso e também após a menopausa.

Principais fatores de risco:

  • Excesso de peso;
  • Circunferência do pescoço – vias aéreas mais estreitas que o normal;
  • Estreitamento das vias aéreas;
  • Amígdalas e adenoides maiores que o normal geram bloqueio das vias aéreas;
  • Histórico familiar;
  • Afrodescendentes são mais propensos;
  • O consumo abusivo de álcool e de substâncias como sedativos e tranquilizantes podem relaxar os músculos da garganta;
  • Alteração Hormonal;
  • Mulheres na menopausa ou durante a gestação;
  • Congestão nasal por resfriados, gripes e alergias;
  • Já para a apneia do sono central, os maiores fatores de risco são:
  • Crianças acima do peso;
  • Crianças com apneia são mais propensas a problemas de comportamento;
  • Distúrbios cardíacos;
  • Pessoas com fibrilação atrial ou insuficiência cardíaca congestiva estão em maior risco de apresentar apneia do sono central;
  • AVC ou tumor cerebral – prejudica a capacidade do cérebro para regular a respiração, levando à apneia do sono central.

Sintomas de Apneia do sono

Os sinais e sintomas das apneias obstrutivas do sono incluem:

  • Sonolência e falta de disposição;
  • Favorece aumento da pressão;
  • Hipersônia (sonolência excessiva durante o dia);
  • Ronco alto;
  • Despertar abruptamente durante a noite com falta de ar;
  • Despertar com a boca seca;
  • Cefaleia matinal (dor de cabeça);
  • Insônia;
  • Déficit de atenção;
  • Apresentar irritação, nervosismo e impaciência durante o dia;
  • Ter esquecimentos.

Diagnóstico de Apneia do sono

Para realizar o diagnóstico, o médico poderá submeter o paciente muitas vezes a uma avaliação noturna, a fim de monitorar a respiração e outras funções do corpo durante o sono. Este exame noturno chama-se polissonografia, que é fundamental para detectar apneia do sono.

Tratamento de Apneia do sono

O principal objetivo do tratamento de apneia do sono é manter as vias respiratórias abertas para que a respiração não seja interrompida durante o sono. Em casos leves, alguns pacientes podem usar aparelhos odontológicos na boca durante a noite para manter a mandíbula posicionada mais para frente e impedir o bloqueio das vias aéreas. Nos casos moderados a severos é necessário, o uso de uma máscara de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP, na sigla em inglês). Esse aparelho joga ar na via respiratória, mantendo-a aberta.

Cirurgias no nariz ou na cavidade óssea

Cirurgia para remoção de amígdalas e adenoides pode curar a doença em crianças, mas ela nem sempre é eficaz em adultos.

Convivendo/ Prognóstico

O tratamento para apneia do sono pode e deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida. Elas podem aliviar os sintomas em algumas pessoas. Veja algumas dicas:

  • Aparelho para apneia do sono diminui risco de doenças cardíacas em mulheres;
  • Evitar a ingestão de álcool e sedativos antes de dormir;
  • Evitar dormir de barriga para cima;
  • Perder peso;
  • Exercício físico;
  • Evitar tabagismo;
  • Reposição hormonal em mulheres na menopausa;
  • Tratamento da obstrução nasal em pessoas com rinite.

 Insonia

 

Complicações possíveis

Em razão da sonolência diurna, as pessoas com apneia do sono apresentam um risco maior de sofrer acidentes de automóvel por dirigir com sono e acidentes de trabalho por adormecer no serviço.

Além disso, a apneia obstrutiva do sono não tratada pode conduzir a (ou piorar) uma doença cardiovascular, como arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca, hipertensão, infarto e AVC.

Outras:

  • Apneia do sono aumenta risco de morte súbita;
  • Apneia do sono aumenta em três vezes risco de morte por câncer;
  • Apneia do sono pode aumentar risco de diabetes;
  • Apneia obstrutiva do sono pode aumentar risco de osteoporose.

Polissonografia

A polissonografia é o exame usado para a investigação de vários distúrbios do sono. A pessoa deve dormir com sensores fixados na superfície do corpo, de maneira a permitir que a pessoa possa movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. O exame é indolor. Não se usam agulhas ou instrumentos semelhantes, ou seja, o exame é não-invasivo e não envolve qualquer risco. O exame pode ser realizado na Clínica Distúrbios do Sono ou no próprio domicílio do paciente (polissonografia domiciliar). A polissonografia domiciliar é uma nova tecnologia, já testada e aprovada em diversos estudos internacionais. Isso traz maior conforto e possibilita a realização do exame também naqueles clientes que têm dificuldade em dormir no ambiente de laboratório, em condições e horários diferentes ao seu ambiente de sono habitual.

Os sensores do exame são instalados por técnicos especialistas em polissonografia. Todos os técnicos de polissonografia da Clínica Distúrbios do Sono são profissionais que possuem vários anos de experiência na instalação dos sensores e realização do exame. Os sensores são colocados sobre a pele com o uso de esparadrapos antialérgicos (micropore). O exame é indolor, não necessita de agulhas ou instrumentos semelhantes, por isso, não envolve riscos para o cliente.

 

Chás para insônia

Dormir bem é o ponto chave para uma vida saudável e longe de doenças. Uma boa noite de sono promove sensação de bem estar, fazendo com que você acorde disposto para mais um dia e com mais energia. Quando dormir à noite torna-se uma tarefa difícil e a insônia se instala é hora de procurar ajuda para o tratamento ideal em vista de mais qualidade de vida. Para quem gosta de incluir o chá em seu cardápio, entretanto, receitas naturais podem ajudar a ter uma noite mais tranquila, afastando o cansaço. Conheça os diversos tipos de chá para dormir e como usá-los.

  • Chá de camomila – é muito conhecido e usado por seus benefícios à saúde, incluindo a melhora na qualidade do sono. Sua ação calmante e relaxante promove uma boa noite de sono, acabando com a insônia.
  • Chá de lavanda – Segundo estudos outro tipo de chá para dormir é o chá de lavanda, que promove sensação de relaxamento e alivia o estresse, garantindo, assim, uma noite de sono mais tranquila.
  • Chá de erva cidreira – também conhecido como chá de melissa, também possui ação calmante no organismo, auxiliando a ter uma boa noite de sono.
  • Chá de capim-limão – é usado há anos como método medicinal para melhorar a qualidade de sono. Na hora de consumir o chá, você deve deixar o capim-limão em infusão e tomar logo antes de dormir.
  • Chá de maracujá – o maracujá é uma fruta conhecida por seu efeito calmante e ao ser consumido na forma de chá, ela ajuda a combater a insônia.
  • Chá de valeriana – também pode ser usado para garantir uma noite melhor de sono, já que é um ótimo relaxante e trata a ansiedade. Para consumir o chá de valeriana você deve fazer uma infusão com o caule da valeriana e suas raízes e tomar uma xícara três vezes ao dia.
  • Chá de passiflora – é uma planta muito utilizada para fins medicinais tratamento problemas de saúde como a insônia e a ansiedade. O chá de passiflora deve ser feito com as folhas secas em infusão, deixando descansar por 10 minutos.
  • Chá de alface – alternativa natural para tratar a insônia já que possui propriedades soníferas e calmantes. Para fazer o chá, você deve deixar as folhas de alface em infusão por 10 minutos e logo em seguida coar.
  • Chá de erva-de-São-João – possui ação calmante e é um ótimo tratamento para casos de depressão, sendo também usado para tratar a insônia. O chá deve ser feito com as folhas secas da erva em infusão por 10 minutos.
  • Magnésio – mineral comum que auxilia cerca de 325 enzimas no nosso organismo a desempenharem papéis essenciais na hidratação, relaxamento muscular e diminuição da adrenalina no nosso metabolismo e no sono. Os alimentos que contêm altos índices de magnésio são: vegetais de folhas verdes, gérmen de trigo, sementes de abóbora, amêndoas.
  • Ginseng Indiano – é uma raiz indicada para normalizar níveis baixos de cortisol no corpo, hormônio responsável pelo controle do ritmo do nosso metabolismo, redução das inflamações e estimulo da nossa imunidade. Níveis baixos de cortisol fazem nosso corpo ficar em constante estado de alerta e tensão muscular, causando até problemas mais graves como insônia, depressão, aumento do risco de infarto etc..
  • Cava-cava – é uma planta originária das Ilhas Polinésias e Malásia. Por ser considerada um ansiolítico natural, é bastante utilizada no tratamento de ansiedade, nervosismo, agitação e insônia. O Cava-cava pode ser ingerido em bebidas, cápsulas, extratos e soluções de uso oral. Se utilizado em excesso, a planta pode prejudicar o fígado, causando o popular “amarelão” ou, em casos mais graves, insuficiência hepática. É contraindicado também para gestantes e lactantes.
  • 5-HTP – o 5 hidroxitriptofano – também conhecido como 5-HTP – é uma substância extraída de um legume africano chamado Griffonia Simplicifolia. Conhecida pelo efeito de saciedade alimentar e auxilio no emagrecimento, o 5-HTP também melhora a qualidade do sono.
  • Aqui no Brasil o 5-HTP ainda não é comercializado pronto, mas por ser uma substância natural, pode ser feito através de farmácias de manipulação.

 

Tratamentos naturais da insônia com florais, fitoterápicos e outros

Os distúrbios do sono chegam trazendo sempre mais que a dificuldade em dormir e restabelecer o equilíbrio do corpo. Geralmente, a insônia, assim como o sono agitado e interrompido, é um sinal de que algo não vai bem no seu organismo. A fitoterapia é uma das alternativas que prometem tratar a causa do distúrbio e não apenas os sintomas.

 

Para tratar a insônia, podem ser utilizados fitoterápicos e florais para tratar seus pacientes. Em geral, os tratamentos duram entre um e dois meses, mas o tempo varia bastante para cada indivíduo.

As essências florais agem de acordo com o princípio da ressonância, que se refere à força das essências, que ressoa e amplifica qualidades particulares da alma humana. Quanto mais um determinado remédio se aproximar da condição energética do paciente, maior será o efeito provocado. Os florais promovem equilíbrio para enfrentar medos, preocupações, ansiedades e outros fatores que desarmonizam o ser humano.

 

Os florais e fitoterápicos são fórmulas que atuam no eixo psico-neuro-endócrino-imunológico. Por isso que restabelecem a fisiologia do organismo de forma integral. No tratamento dos distúrbios do sono agem com maior foco no sistema nervoso central. Os princípios ativos das ervas medicinais atuam no neurotransmissor GABA (ácido gama aminobutírico), que inibe o sistema nervoso, causando sedação.

Outras substâncias utilizadas em casos de insônia são camomila, maracujá, melissa, lúpulo, centaury, white chestnut, hornbeam e aspen. O uso de fitoterápicos não tem contraindicação, fora casos de gravidez e estágio de lactação.